segunda-feira, 29 de outubro de 2012

The Lady

The Lady (Além da Liberdade) é um filme baseado em fatos reais que narra a trajetória da líder do movimento pró-democracia da Birmânia e ganhadora do prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, filha do fundador da Birmânia, Aung San. 
Depois de longos anos longe da terra natal, morando na Inglaterra e casada com um inglês, Suu volta a Birmânia para cuidar de sua mãe doente. Lá ela vivencia um conflito sangrento e protestos de estudantes contra o regime militar opressivo, conhecido como um dos mais perigosos e hostis da história. 
Suu começa aos poucos a  se envolver com a política de seu país e pela luta da democracia, concorrendo a primeira eleição da Birmânia. Carregando o peso de ser filha de Aung San e por ter a simpatia popular, Suu Kyi larga toda sua vida na Inglaterra, inclusive família, para caminhar junto ao povo birmanês na busca de libertação. Longe de todos e do "mundo", Suu passou mais de uma década em prisão domiciliar em Rangoon. Usando apenas ações pacifistas, seguindo exemplos de homens como Gandhi, numa batalha não-violenta pela luta dos direitos humanos Suu conquista o respeito de seu povo e reconhecimento internacional. 
The Lady é a história de sacrifício da uma mulher aparentemente frágil, mas que nunca desistiu de seus objetivos, que nunca negou o seu povo e que até hoje luta pelos direitos humanos e pela paz mundial. 

*Gostei muito do filme, apesar de achar que a situação da política na Birmânia podia ter sido melhor explorada e criticada. Enfim, foi bom ver esse filme, Suu se tornou um grande exemplo. Vendo todo o sacrifício e amor de Suu por uma causa me fez perceber o quanto sou superficial. Preciso, e muito, lutar mais pelas coisas que acredito. Apesar de morar em um país livre há muitas causas que eu posso me engajar. Inclusive a revolução que preciso travar dentro de mim mesma, todos os dias. A revolução de mudar a mim mesma.


4 comentários:

  1. Mudar pra que? a unica coisa que temos a fazer é nos aceitar da maneira que somos,isso já basta! :D

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  2. Também acho que devemos nos aceitar. Mas mudar é importante, a mudança que movimenta a vida e nos faz andar. Você não é a mesma de alguns anos atrás, eu não sou. Precisamos ser maduras o suficiente para sabermos em que devemos mudar, eu acredito na auto aceitação e na mudança. Na busca pelo melhor caminho, na mudança de nossas perspectivas. Seria muito chato e monótono uma vida sempre igual, sempre na mesmice. Eu quero descobrir, quero me surpreender, superar desafios e consequentemente mudar.

    Um grande abraço Maria

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  3. Mudar coisas dentro de nós é realmente umas das maiores batalhas da vida. Boa sorte em sua mudança, Hadassah. :)

    E se puder visitar: http://bonequinhaaluada.blogspot.com.br/

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