sexta-feira, 13 de junho de 2014

OITO SONHADORES E O CAMINHO DA LUA

Posso ser sincera? Eu nunca gostei muito de fazer Publicidade. Durante todos esses anos vivi bem frustrada com o curso e torcendo para me formar logo. Bem, eu ainda continuo ansiosa pelo diploma, mas diferente de todos os outros anos esse tem se mostrado o melhor para mim, no quesito estudos. Fazer TCC pode ser o pesadelo para alguns, é muita pressão, tudo tem que estar perfeito, mas estou amando isso! Amo mais ainda porque diferente da maioria nosso cliente não tem um cunho meramente capitalista, mas sim social. Fazer propaganda para uma ONG que luta pelos direitos dos animais tem se mostrado um desafio enorme, mas tão gratificante. Além disso, tenho a sorte de fazer parte de um grupo maravilhoso, de mentes criativas e determinadas. Eu não poderia estar mais grata!
Falando em mentes criativas o Ian andou surpreendendo o grupo com um conto que ele escreveu sobre nós e o TCC. Eu amo histórias e simplesmente fiquei embasbacada com o que ele escreveu. Toda a magia do conto e com uma explicação melhor ainda! 
Ficou meio grandinho, mas juro que vale cada linha. 

OITO SONHADORES E O CAMINHO DA LUA 

Um jovem espadachim certa vez olhou para a Lua, a luz pálida penetrava em sua íris e o hipnotizava, distorcia suas memórias, alegrias, tristezas, deformava seu entendimento sobre o que estava a sua volta. Logo ele ficou cego com o brilho da majestosa bola branca que flutuava no céu negro. Ele então partiu em uma caminhada para encontrar o Grande Mestre, ele andou por três anos, sem nada enxergar. Ao deparar-se com as escadarias do templo do Grande Mestre, regozijou-se, finalmente voltaria a enxergar. Ele subiu lentamente e no caminho sentiu a respiração, os passos, o bater do coração de outros sete viajantes. Quando ficou cara-a-cara com o Grande Mestre, perguntou: - Ó, Grande Mestre, estou cego. - E por que acha que eu posso ajuda-lo, viajante? - Porque dizem que você sabe tudo sobre o céu, a terra e os quatro ventos. - Não passam de tolos os que assim lhe disseram, viajante. Mas como teu Mestre é meu dever ajuda-lo, como perdeu a visão? - Olhei para a Lua, Grande Mestre, cobicei-a e ela assim me puniu. - Se a Lua te roubou a visão, deve ir até a ela e recuperá-la. - Mas, como chegarei até a Lua, Grande Mestre? - Bom, meu caro discípulo, basta que você siga a Escadaria de Prata, mas o caminho é longo e você poderá perecer. Leve este livro, é a única ajuda que posso lhe oferecer. - Mas sou cego, Mestre. Como um livro poderá impedir que eu morra durante o caminho? - Não posso oferecer-lhe outra ajuda. Siga o vento leste. Revoltado o jovem partiu na direção que o Mestre lhe dissera. Após alguns dias de jornada, ele sentiu novamente aquelas respirações e os mesmos batimentos cardíacos. Contou-os, eram sete respirações e seis corações batendo. Logo esbarrou no primeiro viajante que disse: - Tome cuidado, jovem. Já foram tantos degraus, se você cair, poderá morrer. O que faz no caminho da Lua? - Eu cobicei-a e ela tirou minha visão. Quem é você viajante e o que faz no mesmo caminho que esse tolo espadachim cego? - Sou o artista, sigo o caminho da Lua porque tentei tocá-la e ela roubou minhas mãos. Tudo o que o Grande Mestre me deu foi essa bengala que carrego nas costas. - O Grande Mestre me deu esse livro. Bom, posso seguir a jornada com você? - Claro. O cego e o artista seguiram perseverantes pela Escadaria de Prata, passo a passo, sempre tomando cuidado para não cair. Logo, eles esbarraram em outro homem, que disse numa voz abafada e feia: - Quem são vocês? E por que perturbam minha jornada? - Somos o espadachim e o artista. Queremos recuperar o que a Lua nos tirou. E você, quem é? - Sou o bardo, minha voz costumava encantar os ouvidos mais puros, certa vez cantei para a Lua, que insatisfeita com minha voz, tirou-a de mim, deixando esse murmurar sem sentido que uso para falar-lhes. Agora preciso recuperar minha voz e tudo que o Grande Mestre me deu foi esse chifre para espalhar o horror do meu murmurar. Posso me juntar a vocês? A jornada é perigosa e tenho medo de me perder. - É claro! – Disseram o espadachim e o artista. Seguiram a jornada e esbarraram em outro andarilho. Pouparam-no de perguntar e se apresentaram: - Somos o espadachim, o artista e o bardo. A Lua nos roubou e agora queremos recuperar o que perdemos. Quem é você? E o que a Lua tirou de você? - Sou o contador de histórias, escrevi sobre a Lua, e por deboche, ela me tirou o coração, agora nada sinto para poder escrever e contar. Tudo que o Grande Mestre me deu foi essa tinta, mas nada posso escrever se nada sinto. O caminho é perigoso e seguirei com vocês. Os quatro heróis continuaram subindo aqueles degraus que reluziam brancos com a luz daquela que tudo lhes tirara. Esbarraram com o quinto viajante: - Sou o mago, tentei enfeitiçar a Lua e ela tirou minha magia, me punido pela insolência. Tudo o que o Grande Mestre me deu, foi essa varinha, que de nada serve agora que não tenho meus poderes. Posso ir com vocês? O caminho é longo e não gosto de ficar sozinho. - É claro. – Responderam os quatro que agora eram cinco. Então encontraram o sexto viajante, esse era na verdade essa. Uma viajante que não titubeou em explicar-se, sem mesmo que eles pedissem: - Estou tão cansada, eu perdi meus sonhos e meu sono, a Lua tirou de mim porque certa vez com ela sonhei. Sou a sonhadora, e o Grande Mestre me deu esse violino que de nada serve sem meus sonhos para me inspirarem a tocar, posso ir com vocês? E assim o quinteto virou sexteto. Não demorou em encontrarem o sétimo viajante: - Ei, vocês são tantos. O que fazem no caminho da Lua? - A Lua nos tirou algo de valor e queremos recuperar. Quem é você e o que ela te fez? - Sou o astrônomo e ela tirou minha mente porque tentei entende-la. O Grande Mestre é um brincalhão, tudo o que me deu foi esse telescópio. O que faz um astrônomo sem seu raciocínio para guia-lo? Acredito que devo me juntar a vocês, tenho medo do caminho e me sentirei mais seguro assim. - Junte-se a nós, portanto. – Disseram. Os sete estavam próximos do fim quando viram outra mulher: imponente e forte. Logo perguntaram: - O que faz no caminho da Lua, viajante? - Sou a encantadora, meus lobos uivaram para a Lua e ela me tirou o comando. Agora nenhum animal me obedece, e o tudo o que o Grande Mestre me deu foi esse dragão, que de nada serve a alguém sem comando. Tenho medo do caminho à frente, posso ir com vocês? E assim os oito sonhadores seguiram buscando a Lua, que os roubara tudo. Quando se aproximaram da porta da Lua, viram um ogro detestável. Que rasgava a pele e comia a carne de todos que ali tentavam passar. O espadachim se lamentou: - Se ao menos eu pudesse ver, enfrentaria esse monstro asqueroso! Se ao menos pudesse destruí-lo com minha lâmina. Mas de que serve um espadachim cego? O artista respondeu: - Talvez se puder tatear o caminho com uma bengala, sua tentativa de destruir o ogro não seja em vão. - Isso me parece loucura, artista. Mas o que tenho a perder? Tentarei destruir esse animal desprezível. Tateando o caminho e usando a bengala para se defender dos golpes daquele terrível animal, o espadachim conseguiu feri-lo fatalmente e eles puderam prosseguir. Pisaram na Lua e ali descobriram que para falar com ela, era necessário alcançar o centro e passar por um caminho subterrâneo que só se abriria com o som adorável de um bardo, ele então se lamentou: - Se ao menos minha voz fosse bela como antes, então talvez eu pudesse abrir as portas para conversarmos com a Lua. Mas de que serve um bardo com voz abominável? A sonhadora disse sorridente: - Talvez alguém com teu talento consiga abrir essa porta com a ajuda de um instrumento belo como o violino, porque não tenta? - Isso não dará certo, sonhadora. Mas tentarei porque chegamos muito longe para desistir. Com o violino colado em seu rosto, o bardo tocou belas melodias que escancararam os portões da Lua. Mas por baixo da porta havia uma espessa camada de gelo, que fez a encantadora lamentar: - Ah, se ainda tivesse minha liderança! Poderia ordenar a esse dragão para que flamejasse com seu bafo essa parede de gelo e assim seguíramos nossa jornada. Mas de que serve uma encantadora sem liderança? O bardo disse entusiasmado: - Esse chifre pode ser de dragão, porque não o toca e vemos como o animal reagirá? - Não me parece provável, bardo, mas tentarei. A encantadora tocou o chifre e o dragão cuspiu ferozmente uma grande bola de fogo no gelo, fazendo com que ele derretesse e os heróis prosseguissem a jornada. Andando pelo interior da Lua, encontraram dois guardas: um de grafite e outro de diamante, um deles afirmou com voz de trovão: - Sou o Guardião da Razão, se querem falar com a Lua, precisam responder a pergunta que só os dignos de ver sua beleza conseguem. - Pergunte-nos, guardião! – Disse o espadachim cego. - Quantas estelas existem no céu? O astrônomo disse decepcionado: - Se eu ao menos tivesse minha mente para lembrar-me das estrelas que tanto admirei. Mas de que adianta um astrônomo que não se lembra das estrelas? A encantadora então disse: - Por que não monta no dragão e recolhe as estrelas para darmos ao guardião? - Isso me parece loucura, encantadora. Mas tentarei, para que consigamos o que perdemos. Montado no dragão, o astrônomo saiu do subterrâneo e atravessou o céu todo, recolhendo uma a uma as estrelas e colocando num saco de pano. Voltou e entregou ao guardião de diamante, que se retirou. O de grafite então urrou: - Não passarão até que respondam ao guardião da loucura a pergunta mais difícil de todas: do que são feitos os sonhos? A sonhadora se lamentou: - Ah, tanto sonhei durante minha vida, poderia facilmente retornar até meus sonhos e reavivar em mim a lembrança de como são, mas faz tanto tempo que não durmo. Dificilmente conseguirei responder. De que serve uma sonhadora sem sonhos? O mago então disse com um sorriso de orelha a orelha: - Existe algo de mágico nos sonhadores, porque não tenta voltar a dormir por magia? Use esta varinha. - Não creio que conseguirei sonhar novamente, mago. Mas tentarei por que é nossa única esperança. A sonhadora pegou a varinha e tentou se enfeitiçar. Logo ela caiu em sono profundo. Mas para surpresa de todos, ela não acordou. O contador de histórias então disse: - Eu sabia tantos contos que poderiam despertar uma donzela, mas sem meu coração para senti-los, nada poderei fazer. De que adianta um contador de história que nada sente? O espadachim pulou de alegria dizendo: - Não posso ler este livro porque nada enxergo, mas quem sabe nele não há a história que despertará a sonhadora? - Não creio que as coisas funcionem assim, espadachim. Mas tentarei, porque quero voltar a sentir. O contador de histórias começou a ler e quando acabou a primeira parte do livro, a sonhadora despertou e respondeu ao guardião de grafite: - Sonhos são feitos de amor. O guardião abriu passagem e eles estavam próximos de entrar na sala da Lua, quando as estrelas flutuaram para fora do saco de pano e começaram girar rapidamente, elas cortariam qualquer um que tentasse chegar até a Lua, o mago lamentou: -Se ainda tivesse meus poderes, poderia enfeitiçar essas estrelas para que se acalmassem. Mas de que serve um mago sem magia? - Mago, o telescópio que o Grande Mestre me deu não me parece com nada que eu já tenha visto. Talvez teu grande conhecimento mágico nos revele a verdadeira natureza desse artefato. – Disse o astrônomo. - De nada adiantará, astrônomo. Quais as chances de um telescópio ser mágico? Ainda assim, tentarei porque precisamos falar com a Lua. O mago pegou o telescópio, passou levemente a mão esquerda no metal gelado e disse sorridente: - Isso não é um telescópio, astrônomo. Isso é um vórtice de estrelas, basta abrirmos assim... – Ele apertou um pequeno botão, abrindo a lente do telescópio e fazendo com que uma grande luz dele saísse - E apontarmos para elas. O vórtice sugou todas as estrelas e se fechou, eles finalmente encontraram a Lua. Exigiram seus pertences de volta e a Lua respondeu: - Eu poderia devolver o que tirei de vocês, desde que me entreguem algo em compensação. - O que quer, ó, majestosa Lua? - Quero uma pintura única, que mão nenhuma possa copiar. O artista lamentou-se: - Se ao menos tivesse minhas mãos para pintar-lhe este quadro. Mas de que serve um artista sem mãos? O contador de histórias respondeu efusivo: - Talvez se pintar com os pés, usando essa tinta, então consiga fazer algo que mão nenhuma poderá copiar. - Não me parece que faça sentido, contador de histórias. Mas tentarei porque nunca estivemos tão próximos do nosso objetivo. Ele então despejou a tinta num quadro e pisou, arrastou os pés e logo formou uma obra única, que agradou os olhos da Lua. Eles comemoraram, mas logo ela tirou as esperanças de todos, dizendo: - Eu vendi suas coisas para o Sol, vocês devem encontra-lo para recuperá-las. Cabisbaixo, o espadachim disse, em tom triste: - De que adiantou toda essa jornada se a Lua vendeu nossos pertences? - Quando isso terá um fim? – Questionou o bardo. - Talvez nunca tenha um fim. Talvez estejamos fadados a vagar atrás do que perdemos pelo resto de nossas vidas, mas se é assim, então faremos isso juntos. Agora sabemos que nos completamos e que um de nós sempre levantará os que caírem. Seguiremos até o Sol, ou até o infinito ou até o nada, mas seguiremos. Porque é isso que os sonhadores fazem: seguem em frente. - É fácil dizer isso: você é a sonhadora. – Disse tristemente o contador de histórias. - Não, somos oito sonhadores. Oito sonhadores que atravessaram o caminho da Lua. Eles se levantaram e seguiram até a Escadaria de Ouro que levava até o Sol, sabendo que talvez nunca conseguissem recuperar o que perderam, mas que nada tiraria o que ganharam: um ao outro.
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Vamos às explicações (porque ninguém merece entender uma viagem subjetiva dessa sem ajuda):
A lua é o TCC. Que às vezes faz a gente duvidar da nossa capacidade.
O grande mestre pode ser os professores ou o unasp. Que sempre ensinam algo que a gt não sabe como vai usar, mas que um dia a gt percebe que era extremamente útil. Além de nunca darem as coisas de mão beijada e sempre mostrarem o caminho.
O espadachim sou eu. Os espadachim precisavam ser precisos e entender muito de seus adversários, assim como um bom mídia.
O artista é o William. Não preciso explicar a relação entre um artista e um diretor de arte né?
O bardo é o Silvio. Bardos eram cantores e músicos nórdicos que contavam feitos de heróis antigos, o atendimento precisa ter a habilidade de encantar um cliente assim como um bardo encantava um nobre com sua voz.
O contador de histórias é o Luiz. Todo editor de vídeos tem que ser um bom contador de histórias.
O mago é o Gorski. Convenhamos, o que ele no after effects é bruxaria.
A sonhadora é a Hadassah. Porque, bem, o que ela mais faz é sonhar e se não fosse o sonho dela, acho que não estaríamos com um cliente tão legal, e tão entusiasmados com esse cliente.
O astronomo é o Vini. Porque os astrônomos são excelentes cientistas, que tem um pensamento lógico privilegiado e um senso critico aguçado, assim como um bom planner.
A encantadora é a Gi. Porque como líder do grupo, ela faz exatamente isso: encanta os sete animais que trabalham pra ela para que eles façam tudo certinho. Falando sério, encantadores demonstram liderança, assim como uma diretora geral.
Todos perdem sua principal habilidade porque se envolvem com a lua de algum jeito. Estavamos de boa, sem preocupações mto grandes, ai resolvemos fazer faculdade e encontramos o TCC que sinceramente já me fez questionar se eu mereço um diploma no fim do ano umas 200 vezes, vem o TCC e bagunça nossa cabeça.
Os presentes do grande mestre ajudam os outros porque é assim que um grupo funciona, nos completamos.
O ogro que eu derrubo com a espada e a bengala é o plano de mídia. Que será um ogro bem grande que eu espero ter espada e bengala o suficiente pra derrubar e derrubar muito bem.
A porta que o Silvio abre com o violino é o cliente do tcc que ele conseguiu manter uma boa relação e abriu as portas pra gente.
O gelo que a Gi derreteu é o gelo que havia entre nós e ela sempre conseguiu enturmar todo mundo com o sorrisinho falso dela. (eu vejo assim pelo menos).
O guardião da razão são aqueles momentos em que a gente precisa de um cara organizado, e ai vem o Vini e busca citações como um astrônomo montado num dragão caça estrelas no céu e faz com que consigamos continuar.
O guardião da loucura são aqueles momentos que tá tudo muito quadrado e chato, ai vem a Hady e taca a dose natural de psicodelia dela e abre um caminho único que ninguém tinha visto.
O sono profundo da Hady é exatamente isso, as vezes ela viaja demais, mas não tem problema porque nosso contador de historias com uma mente muito prática e lógica vem e da uma guiada nas ideias, algo fundamental. (Não é uma critica, Hady! É normal esse tipo de coisa, continue viajando até o talo, porque precisamos de você assim)
O pedido da lua é a exigência de que tenhamos uma qualidade na criação muito boa, que acredito que o William corresponderá com uma ideia única, impossível de ser copiada com as mãos. O TCC exige que sejamos muito criativos, por isso a lua exige um quadro que mão nenhuma poderia copiar.
Sonhos são feitos de amor: de amor pelo que se faz, por quem se compartilha os momentos etc.
A lua não devolve as coisas, porque é como o Follis disse; estamos sempre buscando alguma coisa, sempre atrás de uma utopia. Quando acabar o TCC que é uma viagem até a lua, virá nossa carreira, uma viagem até o sol.
Olhando pro nosso cliente e para o jeito que esse trabalho tá saindo, diria que somos oito sonhadores no caminha da lua.



- IAN SISMOTTO 


Ian você é um gênio (já te disse isso milhares de vezes) e um grande escritor. Você tem algo raro hoje em dia, uma mente aguçada para entender o que vai além do óbvio. Te admiro muito e admiro todas as suas iniciativas. Agora é minhas vez: Ian, obrigada pelo conto "seu lindo!" (hahaha) 
Ah, e meus mais sinceros agradecimentos a todos os integrantes do GRUPO DE APOIO A ZOEIRA SEM LIMITES, vocês são completamente doidos, eu adoro isso!! 

VAI SATÓRI!!

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